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Lançamento

ALÉM DO CONVÉS
(2025)

O acaso que surpreende é o mesmo que leva ao desconhecido... Herbert Midfield, oftalmologista carioca, recém separado, endividado, buscava o recomeço, mas achou uma valiosa herança numa

caixa de mudança. Ao decidir penhorá-la, fica à

mercê de uma incumbência absurda. Diante das provações, sai numa aventura de autopreservação

e resgate, fora do comum, onde o irracional busca

a razão lúcida... e seus limites. Há no passado a virtude de remediar o presente ou tudo na vida é imprevisto? Além do convés é um romance extrospectivo, intenso, que evidencia a ironia, o hilário, e nos permite embarcar numa extraordinária aventura ao lado de figuras excêntricas à procura do que julgam como mais valioso.

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SUBTERFÚGIOS

(2022)

Subterfúgios nos arremata com textos cômicos sobre as peculiaridades, aspectos e exageros que a vida nos permite experimentar. O leitor se vê embrenhado num universo de pura ficção com tons de realidade, imerso no nonsense que existe em cada personagem, seus diálogos excêntricos e suas insólitas situações, seja com pitadas de sátira, ironia, metáfora, ou por meio de divertidas parábolas, combinações envolvendo eventos históricos, enredos que viajam no tempo e em mundos fantásticos.

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VESTÍGIOS
(2022)

Temos em Vestígios um apurado de histórias sobre as inúmeras conexões satíricas que as relações humanas proporcionam. O nonsense que tempera essa sopa de personagens em inúmeras situações inusitadas, permite que o leitor adentre em um universo de pura ficção cotidiana, recheado de loops temporais, diálogos irônicos, relatos estapafúrdios, viagens ao fantástico, mesclas hilárias entre acontecimentos históricos, suas pitorescas consequências e muito mais. Uma verdadeira excursão rumo aos orbes do absurdo.

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INDÍCIOS
(2022) 2ª edição

“Eduardo Fiuza Filho a pouco se pretende com

a sua estreia na literatura. Mas há muito já conquistou minha emoção de esteta e o meu olhar de crítico, com os contos que reuniu em 'Indícios'. Livro uno e plural. Livro maduro e amplamente recortado pelo choque que provoca na linguagem, no nonsense da vida, no foco da suburbanidade e na desvida dos que reconstroem a falta de sentido de tudo que chamamos de pós-moderno.”

Dimas Macedo. Poeta e crítico literário, da Academia Cearense de Letras.

(1ª edição: 2009)
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“Uma interessantíssima viagem ao fantástico mundo da leveza. O livro, disposto em vinte e cinco contos bem contados, nos dá a certa dimensão do grande contador de histórias que é Eduardo Fiuza Filho. Seus personagens entraram porta adentro e fizeram uma devassa no meu estoque de gargalhadas. A matéria-prima são os tipos populares, suas situações insólitas, seus jogos, suas artimanhas. 'Sede Maldita' remeteu-me ao 'Homem nu' de Fernando Sabino, demonstrando o autor a difícil arte de contar histórias, sobretudo as de situações engraçadas. Não há em Indícios, o lugar comum, a piada tola e previsível.” Neide Azevedo, Poetisa, da Academia Cearense da Língua Portuguesa e da Sociedade Amigas do Livro.

Neide Azevedo, Poetisa, da Academia Cearense da Língua Portuguesa.

"Obra moderna, pelos temas, enfoques, plena de surpresas e humor. Foge dos padrões estabelecidos, mas não parte para pretensa e quanta vez enganosa inovação. Ele já é, em si, um inovador. De fluidez notável e marcadamente impressionista. As personagens veem ao vivo com rapidez e os contos 'documentam' fielmente para a posteridade, numa leveza de trato curiosa. 'Fotografa' bem. E mais: embora não seja elíptico, dada a roldana quase mágica da qual surgem os seus textos, parece sê-lo, porque se lê todo o livro de uma corrida. Dizer que é original é elogio gasto. Melhor dizer que é personalíssimo e instigante. Citar os melhores contos do livro seria simples eleição pessoal. Dimas Macedo, em poucas linhas, crítico notável que é, diz tudo de Indícios. Assino em baixo, se ele permitir."

Caio Porfírio Carneiro, escritor, membro da  UBE, União Brasileira de Escritores.

“O autor, além do lastro cultural que revela, sabe se expressar com criatividade e graça. Fugindo ao 'comum dos fiéis', introduz pela originalidade das bem elaboradas urdiduras de seus contos, um novo estilo na arte de contar. Suas histórias não se derivam de fatos, mas de circunstâncias comuns à vida das pessoas: 'O convite de casamento', 'Procurando emprego', entre outros. Ambientadas em surpreendentes paragens, de exótica fauna, vazadas em linguagem rica de figurações e por vezes chistosa, provoca riso e com leveza e humor descobre ao leitor, os 'indícios' na insensatez, da vaidade, da ironia que se ocultam na fragilidade humana.” Neide Freire, Poetisa

Neide Freire, Poetisa.

"Há um constante “despiste” intuitivo, nascido do talento do autor, que nos leva à enganosa impressão de que ele tudo isto escreveu sem o menor interesse de fazê-lo, quando isto é claramente do seu como dizer literário. As histórias começam como

se fossem banais, eis que o descritivo é muito simples, aquela simplicidade que nada tem de facilidade, porque no seu descritivo somam-se também as “palavras mudas”, que enriquecem a criação. É do inconsciente criador. É do estilo do autor. Muda de curso e enfoque de maneira surpreendente, como pulsações, sem desníveis, e quase sempre jogando, com notável facilidade e oportunidade, grande parte das histórias para o campo das falas, diretas e oportunas, sem o mínimo de fuga para

a tagarelice. E, o que é importante: sem se aproximar do teatro."

Caio Porfírio

O conto "Y", foi publicado na décima oitava edição da revista LITERAPIA, da Sociedade Brasileira de Médicos Escritores (SOBRAMES).

O conto "Arquibaldo, uma breve história de vida", foi publicado na antologia organizada por Pedro Salgueiro, com pesquisa de Sânzio de Azevedo e Alves de Aquino, chamada O Cravo Roxo do Diabo: O conto fantástico no Ceará, considerada a maior e mais completa coletânea do gênero no Brasil.

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Sobre o autor

​Eduardo Fiuza Filho nasceu no Rio, cresceu em Fortaleza e hoje mora em Manaus. É a quinta geração de uma linhagem de escritores. Da paixão pelo cinema e pelos livros, escreveu Por Estar Só, um roteiro de curta metragem selecionado entre os vencedores em um concurso nacional há vinte anos. De lá para cá seguiu escrevendo histórias imprevisíveis, temperadas com humor absurdo, cotidiano, envolvendo personagens excêntricos e curiosas características. Fez isso até entupir uma gaveta... e antes que as traças descobrissem o banquete que havia naquele estoque de textos cômicos, impressos em folhas esquecidas, publicou Indícios, trazendo parte dessa seleção. Convidado para palestrar na nona Bienal Internacional do Livro do Ceará, falou sobre escrita criativa. Anos depois, revistas e jornais literários publicaram seus escritos avulsos, e esse reverberar rendeu também a participação numa antologia de contos fantásticos. Após um hiato, resgatou as páginas menos amareladas do que ainda havia engavetado, incluiu novos ingredientes, temperou, e do apurado lançou mais dois livros, Vestígios e Subterfúgios. Para o pânico das traças, depois que se livrou da tal gaveta, mergulhou na produção do

seu primeiro romance literário, Além do Convés, que já conta com uma continuação no forno.

Para Eduardo, assim como ler, escrever é acudir e divertir o cérebro, é viver várias jornadas numa só...

Formado em Processamento de Dados, com MBA em Administração, Finanças e Negócios,

atuou como executivo de TI, gestor de riscos, e hoje empreende com a PRACTIZ Gestão Estratégica. Com mais de três décadas de experiência, seu foco é capacitar outros empreendedores para alinhar processos e sistematizá-los, com a missão de captar oportunidades e expandir seus negócios.

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